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Democracia: repercussão da posição da SBB nas redes sociais

Contabilizamos vários compartilhamentos e cliques de apoio à nota da Sociedade Brasileira de Bioética, que ratificou sua posição em defesa da Democracia, divulgada neste portal e nas Redes Sociais em 16 de outubro de 2018.

 

Abaixo, uma lista com apenas alguns dos colegas que curtiram, apoiaram e compartilharam o texto da SBB pelo direito à saúde pública de qualidade, pela continuidade e realização de novas pesquisas científicas, e de total repúdio aos persistentes problemas que afetam os direitos de cidadania:

 

Jorge Henrique Fernandes 
Thiago Rocha da Cunha
Reinaldo Ayer de Oliveira
Edson Umeda
Sandra Roncali
Maria Osis
Flávio Paranhos
Claudionei Pauli
Imeon Edialeda
Jeferson Ricardo Brito Silva
Doug Rocha Tiguéra
André Franscescato Daniel
Arthur Mello
Márcia Casemiro
Sonia Siqueli
Gilla Maria Jacobus Bastos
Peterson Beraldo
Joanine Kettner
Caroline Rech
Ricardo de Amorim
Andrew Costa
Joanneliese Freitas
Gustavo Arimatea
Patrícia Almeida
Alexandre Teles
André Tavares da Costa
Carmen Regina da Costa
Fernando Hellmann
Celso Megaré
Jo Ma Brito Nascimento
Naudal Alves Gomes
Elisson Ramos


Opinião

 

Abaixo transcrevemos, na íntegra, carta de Lívia Maria Armentano Koenigstein Zago, enviada à presidência da SBB, e única manifestação crítica relacionada ao texto da Sociedade até o momento:

 

À
Sociedade Brasileira de Bioética - SBB

Com espanto conheci o posicionamento da SBB em relação ao candidato Bolsonaro.

Meu espanto não emergiu do repúdio às manifestações homofóbicas, violentas e discriminatórias, dentre outras, que fizeram o logotipo deste indigitado senhor, mas da unilateralidade do posicionamento e do fato de eu, como membro da SBB, não ter podido, previamente, conhecê-lo  e poder sobre ele, destaco, também previamente, manifestar-me.

Quanto à unilateralidade, pondero que o PT, no meu entendimento, lesou e traiu a Pátria material e moralmente: os desmandos com a “res publica” restaram evidenciados e foi graças a isto que a ameaça Bolsonaro se apresentou e se firmou.

 

Desta responsabilidade o PT e seus representantes não podem se eximir.

 

Mais: de um dia para outro, após o resultado do primeiro turno, o partido -  e seus aficcionados- , que sempre ostentou  a cor vermelha, transmudou-se para verde e amarelo. E comungou na Santa Missa, numa demonstração inegável da fé católica que sempre os caracterizou (sem que ninguém se apercebesse) na defesa à vida e a outros ideais e dogmas religiosos.

Esta postura, melhor, esta descompostura afigurou-se-me aviltante e desrespeitosa ao povo e à Nação.

 

O vídeo abaixo, do qual participam ex candidato à Presidência da República e uma Senadora, agora deputada federal (Boulos e Geisi Hoffman) é uma escancarada incitação à violência, o que está tipificado como instigação ao crime.

Minhas palavras, friso, igualmente às pronunciados pela SBB, apenas retratam fatos.

 

Fatos que devem incorporar-se à fala da SBB, pena de personalismo, parcialidade e omissão dolosa de fatos realmente acontecidos.

 

Finalmente, tenho fundadas dúvidas se a SBB pode, estatutariamente, emitir um posicionamento como o ocorrido, e se tal conduta é aprovada por seus integrantes.

 

Atenciosamente,

Lívia Maria Armentano Koenigstein Zago

 

Em resposta a este comentário, a Diretoria Executiva da Sociedade Brasileira de Bioética redigiu e divulgou nesta homepage, em 26 de outubro de 2018, EDITORIAL, que pode ser lido AQUI