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Mudanças climáticas mobilizam jovens de vários países. Seis Estados brasileiros, incluindo São Paulo, partiiparam

Seis Estados brasileiros, incluindo São Paulo, fizeram no último dia 15 de março, manifestações reivindicando medidas efetivas para conter o aquecimento global. O movimento se solidarizou com jovens de vários países que, inspirados pela  ativista sueca, Greta Thunberg, buscam exigir que governantes mundiais e empresários realizem ações que minimizem os efeitos das alterações climáticas sentidas em várias regiões do planeta, associadas aos estragos, crescentes, realizados pelo homem no meio ambiente.

Thunberg, que faz protestos rotineiros em frente ao parlamento da Suécia contra o aquecimento global, e está cotada para receber o Prêmio Nobel da Paz* deste ano, conseguiu reunir cerca de 1 milhão de jovens em 125 países, que protestaram contra a total imobilidade política relacionada à crise climática.

A visualização de um planeta caótico, em um futuro não mais distante, está de fato preocupando e conscientizando os jovens sobre os impactos climáticos que, com certeza, farão parte do cenario de suas vidas por um longo tempo, se nada for feito agora.

Acompanhe, clicando no link abaixo, a íntegra da palestra de Greta Thunberg na Conferência das Nações Unidas para o Clima (COP24) de 2018, edição sobre impactos climáticos do planeta, realizada na Polônia.

“Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde”

*A pessoa mais jovem a receber um Prêmio Nobel da Paz foi Malala Yousafzai, em 2014. A ativista paquistanesa, que quase foi morta pelo grupo terrorista Talibã, luta pelo direito à educação das meninas.


Em tempo

Agenda do Conselho da Organização das Nações Unidas prioriza as mudanças climáticas

A República Dominicana, que detém a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) no mês de janeiro, colocou a mudança climática no topo da agenda, com um debate ministerial.

O debate aberto, que também envolveu os integrantes não permanentes do Conselho de Segurança da Organização, foi realizado em 25 de janeiro deste ano, e abordou o impacto da mudança climática na paz e segurança internacionais, além de discutir propostas, viáveis, para reduzir os efeitos do aquecimento global.

Com a participação de mais de 70 Estados-membros e mais de 10 ministros, incluindo da Bélgica, Indonésia, Alemanha e Polónia, o encontro controu com a presença de Rosemary DiCarl, subsecretária-geral para os Assuntos Políticos. Para ela, "o mais importante é o reconhecimento de que os atos devem seguir as palavras. Grandes empresas reconhecem há muito tempo a necessidade de se preparar para os riscos relacionados ao clima, percebendo que estes são multiplicadores de ameaças”. Segundo DiCarl, a ONU “não pode ficar para trás, deve de atuar agora.”



Fontes: Carta Capital/ONU News

 

Imagem de capa: pxhere.com