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Bloquear verbas para as Universidades... Prejuízos não mais para o futuro, mas para a exclusão, hoje, de pesquisas e estudos em andamento

Manifestações por todo o país eclodiram durante a semana que passou sobre o anúncio, no mínimo inconcebível, feito pelo Governo Federal, de que fará um corte de 30% no orçamento de todas as universidades e institutos federais.

Reduzir investimentos na Educação representa muito mais do que prejudicar o futuro: determina a exclusão, hoje, presente, de pesquisas e projetos em andamento,  desestimula a formação superior de qualidade, deixa de oferecer a oportunidade de vagas para jovens que precisam delas para avançar em seu propósito de vida. E tantas outras consequências extremas que impactam direta e incondicionalmente na formação humana e cultural de um país, do nosso país.

Algumas das manifestações, oficiais, podem ser acessadas nos links a seguir, disponibilizadas neste espaço pela Sociedade Brasileira de Bioética, que apoia e compactua, igualmente indignada, das contestações sobre a determinação do MEC, anunciada em 29 de março:  

 

A vice-reitora da UFRGS, Jane Tutikian, falou sobre a escassez de recursos para manter as universidades públicas no Brasil e o enfraquecimento das áreas humanas. "Universidade é onde se produz conhecimento, e as Humanidades têm um papel fundamental", afirma ela no artigo QUAL O LIMITE? para o Zero Hora.

Em entrevista ao Jornal O Globo, Reinaldo Centoducatte, presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), afirmou: “É impensável desprezar o papel das universidades federais”.

Documento da Frente Parlamentar pela Valorização das Universidades Federais, divulgado em 30 de abril: Contra os cortes no orçamento das Universidades Federais, pela autonomia acadêmica e pela liberdade de expressão nas Universidades.


 

Imagem home: Guia do Estudante