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COVID-19: Dirceu Greco, presidente da SBB, participa do número 100 do Boletim Matinal da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais

 

 

Na abertura da edição número 100, histórica, do Boletim Matinal da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (FM-UFMG), a equipe responsável pelos informes, formada por alunos da Instituição, sob orientação de seus professores, faz menção ao triste cenário pandêmico vivido pelo país, responsável por mais de 84 mil mortes de brasileiros, se solidarizando com as famílias das vítimas.

Vários temas relevantes fazem parte desses Boletins, com a principal proposta de esclarecer, informar e combater as fake news, além de divulgar informações sobre o avanço da ciência no combate ao COVID-19, para assim levar um pouco de esperança a todos.

Para celebrar esta edição de número 100, dois grandes mestres participaram de seu conteúdo, ambos professores titulares em suas áreas e com atuação intensa na luta por uma sociedade mais justa, igualitária, solidária e democrática. São eles os professores Luis Otávio Rodrigues e Dirceu Bartolomeu Greco. Rodrigues é médico, professor aposentado, coordenador clínico do Centro de Referência em Neurofibromatoses do HC-UFMG. Greco é professor Emérito da Faculdade de Medicina da UFMG e presidente da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB).  

Para o prof. Dirceu, "A pandemia da Covid-19 é o maior desafio de saúde pública que no momento atinge todo o planeta, com aumento ainda mais significativo da morbidade e letalidade, e os números atuais (22/07/2020) confirmam o seu impacto no Brasil: os 2.159.654 casos confirmados e inaceitáveis e tristes 81.487 pessoas que faleceram." O presidente da SBB ressaltou a urgência de considerar vários pontos, neste atual cenário caótico brasileiro e muito além dele, entre eles, bioéticos, sanitários, políticos e econômicos. E enumera todos eles em seu artigo.

Em seu texto, o prof. Luis Otávio, ou Lor, como é carinhosamente conhecido, é otimista: "A história dos últimos quinhentos anos, incluindo momentos semelhantes a este que estamos vivendo, aponta uma tendência para o aumento dos direitos humanos, da democracia, do feminismo e uma redução da pobreza, do racismo, do machismo e da violência geral."

 



Para ler o informativo, na íntegra, clique em

Boletim Matinal da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais