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Profissionais da Medicina e cientistas protocolam pedido de impeachment do atual presidente por atuação pífia na pandemia

 

“O Sr. Jair Messias Bolsonaro não age por erro ou por desinformação; ele não é um líder que erra querendo acertar. Do ponto de vista médico e epidemiológico, ele erra e sabe que erra. Seu comportamento decorre de um cálculo político no qual a saúde dos brasileiros foi derrotada”.



Este é apenas um trecho do texto da petição protocolada na última sexta-feira, 5 de fevereiro na Câmara dos Deputados, por profissionais da Medicina e cientistas, somando-se a mais de 60 pedidos de impeachment contra o presidente da República, pela ausência total de comprometimento do Governo Federal na luta contra a Covid-19, responsável pela morte de mais de 230 mil brasileiras e brasileiros.

O documento lista declarações públicas do presidente e ações do Governo Federal que teriam minimizado a ameaça do coronavírus.

A petição é assinada pelo ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão, que ocupou o cargo durante o 2º mandato de Lula na Presidência (2007 a 2011).

Também assinam o texto:

- Gonzalo Vecina Neto, médico sanitarista e fundador da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária);
- Ethel Leonor Noia Maciel, epidemiologista;
- Ricardo Oliva, médico sanitarista;
- Eloan dos Santos Pinheiro, ex-diretora da Laboratório Farmacêutico de Manguinhos da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz);
- Reinaldo Ayer de Oliveira, secretário da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB);
- Daniel de Araújo Dourado, médico e advogado do Centro de Pesquisa em Direito Sanitário da USP; e
- Ubiratan de Paula Santos, pneumologista.

Cabe ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), avaliar se o pedido cumpre os requisitos mínimos de autoria e materialidade previstos na Lei no 1079/1950, que regula o processo de julgamento.

 

 

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pedido-de-impeachment-bolsonaro-medicos-fevereiro-2021

 

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