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Em Boletim extra, AMB pede suspensão imediata do uso de cloroquina e ivermectina no tratamento/prevenção de Covid-19

“Infelizmente, medicações como hidroxicloroquina/cloroquina, ivermectina, nitazoxanida, azitromicina e colchicina, entre outras drogas, não possuem eficácia científica comprovada de benefício no tratamento ou prevenção da COVID-19, quer seja na prevenção da COVID-19, quer seja na prevenção, na fase inicial ou nas fases avançadas dessa doença, sendo que, portanto, a utilização desses fármacos deve ser banida".

 

Este é apenas um dos alertas divulgados pela Associação Médica Brasileira (AMB) em seu boletim do Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid-19 deste 23 de março de 2021, contrariando o Parecer do Conselho Federal de Medicina nº 4/2020, de 23 de abril de 2020, que propõe “o uso da cloroquina e hidroxicloroquina, em condições excepcionais, para o tratamento da COVID-19”. 

 

O Boletim da AMB também adverte: "São urgentes esforços políticos, diplomáticos e a utilização de normativas/leis de excepcionalidade, para solucionar a falta de medicamentos ao atendimento emergencial de pacientes hospitalares acometidos pela COVID-19, em especial de bloqueadores neuromusculares, opioides e hipnóticos - indispensáveis ao processo de intubação de doentes em fase crítica".

 

Assinado por mais de 80 sociedades médicas especializadas, o documento ratifica que para superar a pandemia, o Brasil deve 'vacinar com celeridade todos os cidadãos' em razão do número crescente de casos: “O Brasil representa, hoje, 25% das mortes registradas em todo o mundo por Covid-19 e em breve ultrapassará a marca de 300 mil óbitos causados pela doença”.

 

 

 

Acesse, na íntegra:

Boletim AMB 02/2021 – Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid-19 (CEM COVID_AMB)