Sociedade Brasileira de Bioética

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Revista da Sociedade Brasileira de BioéÉética

A Revista Brasileira de Bioética, por meio da publicação de artigos originais, busca divulgar a produção científica da Bioética brasileira e latino-americana, visando assim contribuir para a construção de uma visão cada vez mais contextualizada, madura e sempre plural da bioética.

A Revista Brasileira de Bioética é uma publicação trimestral da Sociedade Brasileira de Bioética. Desde sua criação, no início de 2005, a edição da RBB é feita sob a coordenação e responsabilidade da Cátedra Unesco de Bioética da Universidade de Brasília, que trabalha em conjunto com um grupo de Editores Associados e um Conselho Editorial, composto por pesquisadores da área. A RBB foi recentemente cadastrada e classificada pela CAPES. Atualmente, possui qualificação C Nacional nas áreas de Medicina II, Multidisciplinar, Saúde Coletiva e Educação Física e A Nacional para Engenharias III.

A RBB pode ser adquirida por meio de assinatura anual da versão impressa. Os pedidos de assinatura devem ser encaminhados à secretaria da Revista no seguinte endereço:

Sociedade Brasileira de Bioética
Setor de Rádio e Televisão Norte _ SRTVN
Edifício Brasília Rádio Center
Quadra 702, Lote/Conjunto P Sala 1014
70.719-900 – Brasília-DF
e-mail: sbbioetica@sbbioetica.org.br
Tele/Fax: 61 3963 8464

A Revista Brasileira de Bioética é também disponível em sua versão eletrônica no site www.sbbioetica.org.br

Todos os associados à Sociedade Brasileira de Bioética e demais interessados na área estão convidados a enviar seus artigos e contribuir para a construção de seu conteúdo de forma a torná-lo abrangente e por isso mais adequado à realidade latino-americana.

CORPO EDITORIAL

Editor: Volnei Garrafa
Editora executiva: Dora Porto
Editores associados: Fermin Roland Schramm, Gabriel Wolf Oselka, José Roque Junges e Marco Segre
Revisão: Kenia Alves (espanhol), Ana Cláudia Almeida Machado, Ana Tapajós, Letícia Erig Osório de Azambuja e Mauro Machado do Prado (inglês)
Jornalista responsável: Guilherme Macedo -MTb-DF 3102
Editoração: Wagner Rizzo
Capa: Marcelo Terraza
Conselho Editorial: Ana Tapajós, Antonio Carlos Rodrigues da Cunha, Christian de Paul de Barchifontaine, Cláudio Cohen, Claudio Lorenzo, Délio Kipper, Dirceu Greco, Edvaldo Dias Carvalho Júnior, Eliane Azevedo, Elias Abdalla Filho, Elma Zoboli, Gabriele Cornelli, Ivan de Moura Fé, José Eduardo de Siqueira, José Geraldo Drummond, José Roberto Goldim, Laís Záu Araújo, Leocir Pessini, Lourenço Zancanaro, Lucilda Selli, Márcio Fabri dos Anjos, Maria Clara Albuquerque, Maria Cristina Massarollo, Maria de Fátima Oliveira, Marilena Corrêa, Marlene Braz, Mauro Machado do Prado, Nilza Diniz, Paulo Fortes, Rita Leal Paixão, Sérgio Rego, Wilton Barroso Filho.
Apoio Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos/Ministério da Saúde.

NORMAS EDITORIAIS

A publicação de artigos na Revista Brasileira de Bioética – RBB – obedecerá as normas editoriais abaixo.

Serão aceitos trabalhos para as seguintes seções:
• Artigos originais – produção de natureza conceitual, documental ou resultante de pesquisa empírica, no campo da ética, ou revisão crítica relacionada a esta temática; submetidos ao Conselho Editorial.
• Resenha de livros - apresentação e análise de publicações recentes; a critério dos editores.
• Atualização científica - resumo e comentários de artigos científicos recentes; a critério dos editores.
• Relação de teses, dissertações e monografias.

Requisitos para apresentação de trabalhos
• Serão aceitos artigos originais, resenhas de livros ou atualização científica em português, espanhol e inglês. Em cada caso devem ser seguidas as regras ortográficas correntes do idioma escolhido.
• Os trabalhos apresentados devem ser enviados por meio eletrônico, e-mail, disquete ou CD, em processador de texto compatível com Windows.
• Os trabalhos submetidos não podem ter sido encaminhados a outros periódicos.
• As opiniões e conceitos apresentados nos artigos, assim como a procedência e exatidão das citações são responsabilidade exclusiva do(s) autor(es)
• As colaborações individuais de cada autor na elaboração do artigo devem ser especificadas ao final do texto (ex. DJ Kipper trabalhou na concepção do trabalho e na revisão final e G Oselka, no delineamento e aplicação da pesquisa).
• A revista não publicará gráficos, tabelas ou fotografias.
• Os artigos publicados serão propriedade da RBB, sendo autorizada sua reprodução total ou parcial em qualquer meio de divulgação, impressa ou eletrônica, desde que citada a fonte.

Identificação de artigos originais
• O artigo deve ser precedido do título no idioma utilizado no texto, em caixa baixa, seguido, quando for o caso, por sua tradução em inglês, em itálico e negrito.
• Sob o título devem constar o(s) nomes(s) do(s) autor(es), a instituição a qual está(ão) ligado(s), a cidade, estado e país.
• A identificação deve trazer ainda o endereço eletrônico do(s) autor (es).

Formatação de artigos originais
• Após a identificação, os artigos em português ou espanhol devem trazer um resumo conciso, com um máximo de 1.200 caracteres no idioma original, além de sua tradução para o inglês (abstract) com a mesma característica. Aos artigos submetidos em inglês solicita-se apenas o abstract.
• Cada resumo deve ser acompanhado de no mínimo quatro e no máximo de seis palavras-chave, descritoras do conteúdo do trabalho, apresentadas no final do resumo na língua original e em inglês (key words).
• Notas de rodapé: deverão ser apresentadas no formato de pé de página, sem ultrapassar cinco linhas, seguidas de autor e data.
• O tamanho limite dos artigos é de 8.000 palavras, formatado em papel A4, letra Times New Roman, tamanho de fonte 12, espaço 1,5, com margens de 2,5cm.
• O limite de palavras inclui o texto e referências bibliográficas (a identificação do trabalho e o resumo são considerados à parte).
• Sugere-se que os textos sejam divididos em seções, com os títulos e subtítulos, quando necessário. Cada uma dessas partes ou sub-partes deve ser indicada com recursos gráficos como negrito, recuo na margem, nunca por numeração progressiva.
• Quando um autor for citado no corpo do texto, colocar unicamente o número da referência, em fonte normal sem subscrito, entre parênteses.
• Documentos no corpo do texto devem ser citados em itálico.
• A publicação de trabalhos de pesquisa envolvendo seres humanos é de inteira responsabilidade dos autores e deve estar em conformidade com os princípios da Declaração de Helsinque da Associação Médica Mundial (1964, reformulada em 1975, 1983, 1989, 1996 e 2000), além de atender a legislação específica do país onde a pesquisa foi desenvolvida.

Nomenclatura
• Devem ser observadas as regras de nomenclatura biomédica, assim como abreviaturas e convenções adotadas em disciplinas especializadas.
• Não serão aceitas abreviaturas no título e no resumo.
• A designação completa à qual se refere uma abreviatura deve preceder a primeira ocorrência desta no texto, a menos que se trate de uma unidade de medida padrão.

Agradecimentos
• Quando for necessário, o(s) agradecimento(s) deve(m) ser colocado(s) ao final do texto, imediatamente antes das referências bibliográficas.
• Da mesma forma, quando o trabalho for uma adaptação de palestra ou conferência. Nesse caso especificar o evento, local e ano.

Referências
• As referências devem ser numeradas de forma consecutiva, de acordo com a ordem em que forem sendo citadas no texto.
• As referências devem ser identificadas por número arábico (1).
• As referências citadas devem ser listadas ao final do artigo, em ordem numérica, seguindo as normas gerais dos Requisitos uniformes para manuscritos apresentados a periódicos biomédicos (http://www.icmje.org).
• Os nomes das revistas devem ser abreviados de acordo com o Index Medicus (http://www.nlm.nih.gov/).
• O nome de pessoa, cidades e países devem ser citados na língua original da publicação.
• Todas as referências citadas no texto devem fazer parte das referências bibliográficas. Títulos de livros, locais e editoras não devem ser abreviados.
• Nas referências, artigos com vários autores devem incluir até seis (6) nomes seguidos de et al. quando exceder esse número.
• Todas as referências devem ser apresentadas de modo correto e completo. A veracidade das informações contidas na lista de referências é de responsabilidade do(s) autor(es).

Exemplos de como citar referências

Periódicos:

Artigo padrão

Schramm FR. A autonomia difícil. Bioética 1998; 6(1):27-38.

Costa SIF. Bioética clínica e a terceira idade. Revista Brasileira de Bioética 2005; 1(3):279-88.

Instituição como autor
UNESCO. Esboço da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos. Revista Brasileira de Bioética 2005; 1(2):213-27.
Sem indicação de autoria

Bioethics colonialism? (Editorial). Bioethics 2004; 18(5):iii-iv.

Livro:

Indivíduo como autor

Oliveira MF. Oficinas mulher negra e saúde. Belo Horizonte: Mazza; 1998.

Editor ou organizador como autor

Garrafa V, Kottow M, Saada A. (orgs.) Bases conceituais da bioética – enfoque latino-americano. São Paulo: Gaia/UNESCO, 2006.

Capítulo de livro:

Anjos MF. Bioética: abrangência e dinamismo. In: Barchifontaine CP & Pessini L.(orgs.) Bioética. Alguns desafios. São Paulo: Loyola; 2001. p. 17-34.

Tese/Dissertação:

Albuquerque MC. Enfoque bioético da comunicação na relação médico-paciente nas unidades de terapia intensiva pediátrica (tese). Brasília(DF): Universidade de Brasília; 2002.

Resumo em Anais de Congresso ou trabalhos completos em eventos científicos:

Caponi S. Os biopoderes e a ética na pesquisa.In: Anais do VI Congresso Mundial de Bioética; 2002, Brasília, Brasil. p. 219

Selli L, Bagatini T, Junges JR, Kolling V & Vial EA. Enfoque bioético da integralidade: uma leitura a partir do Programa de Saúde da Família. In: Anais do VI Congresso Brasileiro de Bioética e I Congreso de Bioética del Mercosur; 2005, Foz do Iguaçu, Brasil, p.173.

Publicações de Governo:

Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Normas para Pesquisas Envolvendo Seres Humanos (Resolução CNS nº 196/96 e outras). Brasília, Brasil. Ministério da Saúde; 2002.

Documentos jurídicos:

Brasil. Lei n° 8.974, de 5 de janeiro de 1995. Regulamenta os incisos II e V do parágrafo 1° do art. 225 da Constituição Federal, estabelece normas para o uso das técnicas de engenharia genética e liberação no meio ambiente de organismos geneticamente modificados, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, DF, 6 jan., 1995.

Internet:

Segre M. A propósito da utilização de células-tronco. http://www.consciencia.br/reportagens/celulas/11.shml (acesso em 5/Set/2004).

Para onde enviar:

Revista Brasileira de Bioética
Cátedra UNESCO de Bioética da UnB
Caixa Postal 04451
CEP 70904-970, Brasília, DF, Brasil
rbbioetica@unb.br

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