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Texto de Aderson Bussinger deixa evidente a importância de apoio à Petição para revogação do Parecer CFM 04/2020

Em 22 de julho de 2021, entidades de saúde coletiva, da bioética e um grupo de médicas e médicos se reuniram num abaixo-assinado, em apoio à Petição pela revogação do Parecer do Conselho Federal de Medicina – CFM n° 04/2020, de 17/03/2020, protocolada no Conselho em 09/08/2021, sob número 006540/2021.

 

Tal parecer, reafirmado pelo CFM em dezembro de 2020, estabeleceu critérios e condições para a prescrição da cloroquina e da hidroxicloroquina em pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19. Diante da ineficácia destas medicações, comprovada em pesquisas metodologicamente consistentes, a reiteração do conteúdo desse parecer no final de 2020 demonstrou o envolvimento político e ideológico d tomada de decisões da atual diretoria da autarquia. Além de ferir a Constituição Federal, o CFM desconhece documentos como a Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos e despreza o conhecimento científico.

 

A seguir, reproduzimos um trecho do texto de Aderson Bussinger, advogado, Mestre em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e membro do Conselho Universitário da UFF, divulgado pela Tribuna da Imprensa Livre. Ao final, clique no link para acessar a matéria original e na íntegra.

 

Médicos e médicas questionam o CFM

 

Centenas de médicos e médicas, entidades representativas da medicina, em especial aquelas voltadas para o temas de medicina sanitária, virologia, imunologia, saúde coletiva e de bioética, mobilizaram-se em diversos Estados e, com o apoio de um coletivo de advogados solidários a esta causa, (dentre os quais inclui-se o advogado que ora assina este artigo) no mês de julho do corrente ano requereram formalmente ao Conselho Federal de Medicina- CFM, através de petição, a revogação do Parecer CFM N° 04/2020, de 17/03/2020, cujo conteúdo e forma oficial publicado por este respeitável Conselho vem servindo de justificativa, defesa e álibi para que parcela dos médicos receitem, divulguem e, em muitos casos, estimulem deliberadamente a prescrição de medicamentos como a Cloroquina (CQ), a hidroxicloroquina (CHQ), a ivermectina, e o uso abusivo de azitromicina no chamado “Kit Covid”, através de empresas privadas, ONGs e órgãos do Ministério da Saúde, assim como alguns Estados e Municípios identificados com o bolsonarismo também o fazem.

 

Ressalvado que muitos médicos agiram de boa fé, bem como aqueles que assediados moralmente e disciplinarmente para que prescrevessem tais “kits”, a verdade é que os motivos de disseminação orquestrada destes fármacos decorrem desde ideologias de notórias extrema-direita, grupos anti-vacina, política eleitoral, até mesmo o mero interesse lucrativo, na forma de produção ou prestação de serviços, conforme recente denúncia contra a a Operadora Prevent Senior, atualmente investigada pelo Ministério Publico do Estado de São Paulo e pela CPI da Covid, assim como em outra operadora também denunciada, a Hapvida.

 

Acompanhe o texto na íntegra

 

Em tempo

 

APOIO À PETIÇÃO PELA REVOGAÇÃO DO PARECER CFM 04/2020

PARA ASSINAR...

ÍNTEGRA DA PETIÇÃO (download)..

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SBB, CEBES e Rede Unida enviaram ofício ao CFM sobre Parecer nº 4/2020 e o “uso da cloroquina e hidroxicloroquina para o tratamento da COVID-19”