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Médicos da WMA condenam a ausência da distribuição equânime de vacinas, discriminando países de baixa renda

Em uma nota conjunta, divulgada no início deste mês de dezembro, líderes médicos globais da WMA (World Medical Association) condenam a permanente desigualdade na distribuição das vacinas em regiões do planeta com população mais vulnerável, principalmente considerando o surgimento da nova variante Ômicron.

 

A forte crítica foi direcionada às nações mais ricas por não se empenharem o suficiente para ajudar os países de baixa renda a imunizar suas populações.

 

Heidi Stensmyren, presidente da WMA, afirmou: ‘Esta flagrante desigualdade equivale a um fracasso da liderança global e nos decepciona profundamente. Até que todos aprendamos que esta pandemia não pode ser contida por um único país, todos continuaremos a sofrer.”

 

A nota ainda afirma que a entidade apoia totalmente a Organização Mundial da Saúde (OMS) em seu plano mais recente para desenvolver uma ferramenta para prevenção, preparação e resposta à pandemia, com uma abordagem capaz de envolver todos os governos e comunidades, priorizando a necessidade de equidade. “Mas para lidar com a pandemia atual, essa proposta está chegando tarde demais”, alerta o texto.

 

Para a WMA, “Os países desenvolvidos devem se empenhar em abraçar a cooperação internacional. É preciso progredir juntos, não separadamente, e esta ação deve ser imediata, não podemos esperar pela conclusão de um novo tratado de cooperação internacional. Não podemos deixar ninguém para trás”.

 

 

Para ler a nota na íntegra, no original em inglês,
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