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Estante virtual: Entrando na civilização de algoritmos - Desafios Éticos em Perspectiva de Ciência e Fé

 

Por que o algoritmo pode marcar um processo civilizatório? Esta é uma das primeiras perguntas que traz a obra Entrando na civilização de algoritmos - Desafios Éticos em Perspectiva de Ciência e Fé (Pierre Giorgini & Thierry Magnin), em sua edição para o português. Uma das respostas contempladas pelo texto mostra que a Inteligência Artificial (IA) surge como "a fina representação das maiores conquistas tecnológicas de nossa era."

 

Para o professor doutor Márcio Fabri dos Anjos*, que revisou e apresentou o livro em sua versão para o Brasil, "de fato, o algoritmo é um elemento tácito de toda inteligência artificial. É um método matemático com regras e procedimentos lógicos bem definidos, aplicados em um determinado número de dados, conjugados em vista da solução de um problema ou de se atingir um objetivo. Consegue-se, por esse meio, reunir dados para a construção de máquinas que os coletam por categorias e processam em incrível velocidade. Imagine isso aplicado às atuações profissionais, oferecendo resultados imediatos sobre sucesso/insucesso dos procedimentos."

 

Ainda segundo o professor, Entrando na civilização de algoritmos - Desafios Éticos em Perspectiva de Ciência e Fé, oferece ao leitor valiosas informações "sobre os bastidores da engenharia digital em inteligências artificiais, mas principalmente (ele) poderá tomar consciência de questões de fundo que representam graves desafios éticos referentes, inclusive, ao nosso próprio momento civilizatório." Além de estimular um "raro diálogo entre ciência e fé, em um assunto tão relevante e atual", finaliza Fabri.

 

Todo o extenso conteúdo da publicação está reunido em 5 capítulos:


I - Alguns conceitos-chave para a compreensão deste ensaio;
II - A verdade científica questionada pela emergência das tecnologias;
III - A revolução digital e o advento da civilização dos sistemas e dos algoritmos;
IV - Ciências, tecnociências e fé cristã;
V - Um olhar cristão positivo e proativo.

 

A partir deles, a obra se desdobra em temas de inquestionável relevância nos dias de hoje, quando o machine learning instiga reflexões sobre questões éticas da aplicabilidade da IA e a relação, cada vez mais próxima, de convivência dos seres humanos com a máquina, benefícios, certezas e incertezas.

 

* Fabri é especialista em Bioética; professor emérito da PUC-SP; membro da RedBioética/UNESCO; membro do Conselho Científico da Sociedade Brasileira de Bioética.

 

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