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Lockdown nacional e auxílio emergencial digno para todos os brasileiros foram pautas de encontro virtual da Frente pela Vida

 

As entidades da Frente pela Vida se reuniram, virtualmente, na tarde do dia 27 de abril, para apoiar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 822, que responsabiliza o Executivo pela calamidade sanitária causada pela pandemia de Covid-19 e solicita que o Supremo Tribunal Federal (STF) instrua pelo lockdown nacional e o devido auxílio emergencial para garantir a sobrevivência dos trabalhadores brasileiros. O ato foi transmitido ao vivo pela TV Abrasco e contou com a presença do presidente da Sociedade Brasileira de Bioética (SBB), Dirceu Greco, e demais entidades signatárias da ADPF, além de novas entidades apoiadoras da causa.

O ato foi aberto pela presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletica (Abrasco), Gulnar Azevedo, que celebrou a alta adesão do movimento e reforçou a importância de uma estratégia de combate da pandemia organizada e devidamente implantada a nível nacional e principalmente, um olhar atento às comunidades marginalizadas.

A coordenação da atividade coube a Fernando Pigatto, presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que leu a convocação do evento e ressaltou o descontrole da pandemia quedeve chegar a mais de 400 mil óbitos por Covid-19.

A reunião de organizações não governamentais, entidades da sociedade civil e sindicatos em torno da pauta representou, para muitos dos presentes e participantes do ato, uma renovação da esperança.

Em tempo

No dia anterior ao ato, 26 de abril, a Procuradoria Geral da República manifestou-se nos autos pelo arquivamento da ação. Na manifestação, o procurador Rodrigo Aras alega que as medidas de proteção e controle da transmissão do coronavírus devem ser adotadas em âmbito local e regional, com base nos respectivos cenários.

Até o fechamento deste texto, estava sendo aguardada a manifestação da Advocacia Geral da União (AGU).

Reveja o Ato Virtual das entidades da Frente pela Vida pelo lockdown nacional e pelo auxílio emergencial digno já!

Fonte: Abrasco